Corpo Docente

ALEXANDRE SANTINI

Coordenação Geral da Escola de Políticas Culturais

Gestor Cultural, Dramaturgo e Escritor, Mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF e Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Teoria do Teatro pela UNIRIO. Foi Diretor de Cidadania e Diversidade Cultural no Ministério da Cultura – 2015 e 2016. Atualmente dirige o Teatro Popular Oscar Niemeyer. Autor do Livro Cultura Viva Comunitária: Políticas Culturais no Brasil e na América Latina. É um dos Coordenadores da Articulação Nacional de Emergência Cultural.
Foi presidente, coordenador e educador do ponto de cultura do Instituto Tá Na Rua para as Artes, Educação e Cidadania, entre 2005 e 2007; Coordenador geral do Circuito Universitário de Cultura e Arte (CUCA) da União Nacional dos Estudantes (UNE). Foi curador e coordenador artístico do Circuito Interações Estéticas, em parceria com o Ministério da Cultura e a FUNARTE. Articulador da rede continental Plataforma Puente Cultura Viva Comunitária, participando de encontros, seminários e conferências em países como Argentina, Bolívia, Chile, Uruguai, Peru, Equador, Colômbia, México, Guatemala, Nicarágua e Costa Rica. Foi gerente de programação do Centro de Artes Calouste Gulbenkian / Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (2009/2011), assessor parlamentar da Deputada Federal Jandira Feghali(2011/2012); Coordenador do Laboratório de Políticas Culturais, projeto de extensão vinculado à Escola de Comunicação da UFRJ (2013/2014)

Marcelo Ricardo Ferreira

Coordenação de Planejamento Produção/Articulação Cultural e Docente da Escola de Políticas Culturais:

Marcelo é contador de histórias, gestor cultural do  Ponto de Cultura NINA e Pontão de Cultura de Campinas. É especialista no desenvolvimento de projetos e ações de Cultura de Rede e Cultura Viva Comunitária.

Um dos principais articuladores e formuladores da Lei 13018/14 – Política Nacional Cultura Viva . Integra o Conselho Latino Americano de Cultura Viva Comunitária e fundador da Escola de Políticas Cultura . Atualmente atua na Coordenação da Articulação Nacional Emergência Cultural.

Líllian Pacheco 

Coordenadora Pedagógica/Projetos e Docente da Escola de Políticas Culturais

É educadora e escritora, criadora da Pedagogia Griô, formada em educação biocêntrica e educação popular, consultora em avaliação e planejamento institucional, idealizadora e coordenadora de projetos de educação, cultura e economia solidária, premiada nacionalmente Primeiro lugar entre 1.834 projeto no Brasil pelo Prêmio Itaú Unicef 2003; Destaque como Ponto de Cultura do Prêmio Cultura Viva – MINC 2007; primeiro lugar entre 800 projetos do Brasil no Prêmio Democratização Cultural – 2008; primeiro lugar regional em Educação Patrimonial – IPHAN/BA 2006;. 

Atualmente Idealizadora e Coordenadora da Escola de Formação na Pedagogia Griô, Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô,  Lençóis BA e do Projeto de Pós Graduação na Pedagogia Griô no Diversitas USP. Foi Assessora Pedagógica do Projeto Pedagroeco – Embrapa (2017 a 2019), Assessora Pedagógica do Congresso Brasileiro de AgroEcologia (2019), Assessora em Avaliação e Planejamento da Rede ASA PB – Articulação de Agroecologia e Agricultura Familiar do Semiárido da Paraíba (2020); Consultora pelo MinC/ANCINE-2014 para apresentar diretrizes para a educomunicação com crianças por meio de TVs Comunitárias e TVs Públicas Brasileiras; Convidada pelo MinC/MEC para apresentar a pedagogia griô como proposta de interação entre cultura e educação na construção da Base Nacional Comum Curricular. Convidada como conferencista em encontros e seminários universitários e programas de políticas públicas nacionais e latino-americanos, tais como: Pensar América – UFBA; Seminário de Educação – UNESP; Programa Cultura Viva e Ação Griô Nacional – Ministério da Cultura; Educação e Cultura – Ministérios da Venezuela e do Uruguai. Conferencista sobre a Pedagogia Griô e políticas de cultura, educação, tradição oral e turismo comunitário em diversos fóruns, conferências e congressos regionais e nacionais. Autora de diversos livros e artigos de educação e cultura, entre eles a Revista Pedagogia Griô – Diversitas USP.

Marcio Caires

Coordenação Pedagógica/Articulação Cultural e Docente da Escola de Políticas Culturais

Márcio Caires, graduado em administração (UCSal/Ba), pós graduado em antropologia e mestrando em Ciências Ambientais pela UEFS. Membro do Grupo de Articulação Nacional da Lei de Emergência Cultural, foi presidente do Conselho Estadual de Cultura do Estado da Bahia, presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Cultura do Brasil e membro titular do Conselho Nacional de Cultura. Mobilizador e articulador político do projeto de lei Griô Nacional, é iniciado nos saberes de tradição oral através de vivências em diversas comunidades tradicionais do Brasil e esteve no Mali, África, onde foi iniciado na tradição Griô por famílias tradicionais griôs de aldeias da região. 

É pesquisador, contador de histórias e coordena em Lençóis, Bahia, o Projeto Grãos de Luz e Griô. É co-criador da Pedagogia Griô e coordenador do curso de extensão e do curso de pós graduação em Pedagogia Griô na USP (Universidade de São Paulo). Participou como palestrante e facilitador de oficinas de educação e cultura em Seminários e Congressos em países da América Latina (Bolívia, Peru e Colômbia) e Espanha.

Célio Turino

Consultor e Docente da Escola de Políticas Culturais

Historiador pela UNICAMP, Doutorando no Departamento Diversitas USP, escritor de diversos livros e artigos sobre políticas culturais e servidor público. Foi secretário municipal de Cultura de Campinas de 1990 a 1992, Diretor do Departamento de Programas de Lazer na Secretaria de Esportes, na gestão de Marta Suplicy, e secretário na Secretaria da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura entre 2004 e 2010, período em que criou Programa Cultura Viva política do Ministério da Cultura que marca uma mudança de paradigma na elaboração de políticas públicas para a Cultura no Brasil. O Programa Cultura Viva viabilizou a criação de mais de 2500 Pontos de Cultura espalhados em mais de mil municípios do Brasil, beneficiando mais de 8 milhões de pessoas e criando 30.000 postos de trabalho.

Corpo Docente

ALEXANDRE SANTINI

Coordenação Geral da Escola de Políticas Culturais

Gestor Cultural, Dramaturgo e Escritor, Mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF e Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Teoria do Teatro pela UNIRIO. Foi Diretor de Cidadania e Diversidade Cultural no Ministério da Cultura – 2015 e 2016. Atualmente dirige o Teatro Popular Oscar Niemeyer. Autor do Livro Cultura Viva Comunitária: Políticas Culturais no Brasil e na América Latina. É um dos Coordenadores da Articulação Nacional de Emergência Cultural.
Foi presidente, coordenador e educador do ponto de cultura do Instituto Tá Na Rua para as Artes, Educação e Cidadania, entre 2005 e 2007; Coordenador geral do Circuito Universitário de Cultura e Arte (CUCA) da União Nacional dos Estudantes (UNE). Foi curador e coordenador artístico do Circuito Interações Estéticas, em parceria com o Ministério da Cultura e a FUNARTE. Articulador da rede continental Plataforma Puente Cultura Viva Comunitária, participando de encontros, seminários e conferências em países como Argentina, Bolívia, Chile, Uruguai, Peru, Equador, Colômbia, México, Guatemala, Nicarágua e Costa Rica. Foi gerente de programação do Centro de Artes Calouste Gulbenkian / Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (2009/2011), assessor parlamentar da Deputada Federal Jandira Feghali(2011/2012); Coordenador do Laboratório de Políticas Culturais, projeto de extensão vinculado à Escola de Comunicação da UFRJ (2013/2014)

Marcelo Ricardo Ferreira

Coordenação de Planejamento Produção/Articulação Cultural e Docente da Escola de Políticas Culturais:

Marcelo é contador de histórias, gestor cultural do  Ponto de Cultura NINA e Pontão de Cultura de Campinas. É especialista no desenvolvimento de projetos e ações de Cultura de Rede e Cultura Viva Comunitária.

Um dos principais articuladores e formuladores da Lei 13018/14 – Política Nacional Cultura Viva . Integra o Conselho Latino Americano de Cultura Viva Comunitária e fundador da Escola de Políticas Cultura . Atualmente atua na Coordenação da Articulação Nacional Emergência Cultural.

Líllian Pacheco 

Coordenadora Pedagógica/Projetos e Docente da Escola de Políticas Culturais

É educadora e escritora, criadora da Pedagogia Griô, formada em educação biocêntrica e educação popular, consultora em avaliação e planejamento institucional, idealizadora e coordenadora de projetos de educação, cultura e economia solidária, premiada nacionalmente Primeiro lugar entre 1.834 projeto no Brasil pelo Prêmio Itaú Unicef 2003; Destaque como Ponto de Cultura do Prêmio Cultura Viva – MINC 2007; primeiro lugar entre 800 projetos do Brasil no Prêmio Democratização Cultural – 2008; primeiro lugar regional em Educação Patrimonial – IPHAN/BA 2006;. 

Atualmente Idealizadora e Coordenadora da Escola de Formação na Pedagogia Griô, Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô,  Lençóis BA e do Projeto de Pós Graduação na Pedagogia Griô no Diversitas USP. Foi Assessora Pedagógica do Projeto Pedagroeco – Embrapa (2017 a 2019), Assessora Pedagógica do Congresso Brasileiro de AgroEcologia (2019), Assessora em Avaliação e Planejamento da Rede ASA PB – Articulação de Agroecologia e Agricultura Familiar do Semiárido da Paraíba (2020); Consultora pelo MinC/ANCINE-2014 para apresentar diretrizes para a educomunicação com crianças por meio de TVs Comunitárias e TVs Públicas Brasileiras; Convidada pelo MinC/MEC para apresentar a pedagogia griô como proposta de interação entre cultura e educação na construção da Base Nacional Comum Curricular. Convidada como conferencista em encontros e seminários universitários e programas de políticas públicas nacionais e latino-americanos, tais como: Pensar América – UFBA; Seminário de Educação – UNESP; Programa Cultura Viva e Ação Griô Nacional – Ministério da Cultura; Educação e Cultura – Ministérios da Venezuela e do Uruguai. Conferencista sobre a Pedagogia Griô e políticas de cultura, educação, tradição oral e turismo comunitário em diversos fóruns, conferências e congressos regionais e nacionais. Autora de diversos livros e artigos de educação e cultura, entre eles a Revista Pedagogia Griô – Diversitas USP.

Marcio Caires

Coordenação Pedagógica/Articulação Cultural e Docente da Escola de Políticas Culturais

Márcio Caires, graduado em administração (UCSal/Ba), pós graduado em antropologia e mestrando em Ciências Ambientais pela UEFS. Membro do Grupo de Articulação Nacional da Lei de Emergência Cultural, foi presidente do Conselho Estadual de Cultura do Estado da Bahia, presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Cultura do Brasil e membro titular do Conselho Nacional de Cultura. Mobilizador e articulador político do projeto de lei Griô Nacional, é iniciado nos saberes de tradição oral através de vivências em diversas comunidades tradicionais do Brasil e esteve no Mali, África, onde foi iniciado na tradição Griô por famílias tradicionais griôs de aldeias da região. 

É pesquisador, contador de histórias e coordena em Lençóis, Bahia, o Projeto Grãos de Luz e Griô. É co-criador da Pedagogia Griô e coordenador do curso de extensão e do curso de pós graduação em Pedagogia Griô na USP (Universidade de São Paulo). Participou como palestrante e facilitador de oficinas de educação e cultura em Seminários e Congressos em países da América Latina (Bolívia, Peru e Colômbia) e Espanha.

CELIO TURINO

Consultor e Docente da Escola de Políticas Culturais

Historiador pela UNICAMP, Doutorando no Departamento Diversitas USP, escritor de diversos livros e artigos sobre políticas culturais e servidor público. Foi secretário municipal de Cultura de Campinas de 1990 a 1992, Diretor do Departamento de Programas de Lazer na Secretaria de Esportes, na gestão de Marta Suplicy, e secretário na Secretaria da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura entre 2004 e 2010, período em que criou Programa Cultura Viva política do Ministério da Cultura que marca uma mudança de paradigma na elaboração de políticas públicas para a Cultura no Brasil. O Programa Cultura Viva viabilizou a criação de mais de 2500 Pontos de Cultura espalhados em mais de mil municípios do Brasil, beneficiando mais de 8 milhões de pessoas e criando 30.000 postos de trabalho.

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